Todos os caminhos levam à Internet das Coisas

De acordo com o Gartner, até o final do ano cerca de 5 bilhões de coisas estarão conectadas ao redor do mundo – e tal fenômeno mudará, de forma decisiva, a maneira como vivemos. E o BII (Business Insider Intelligence) afirma que cerca de 9 bilhões de equipamentos estarão conectados à internet em 2018 – e isso equivalerá a todos os smartphones, smartTVs, tablets, wearables e computadores pessoais somados.

Portanto, afirmar que a Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things) terá grande impacto no mundo dos negócios é reforçar o óbvio – principalmente se levarmos em conta que o foco tecnológico não será estruturado sobre o hardware, mas sobre a multiplicidade de serviços a fim de aumentar o número de clientes.

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Outra consequência desse avanço tecnológico é a necessidade de analisar o Big Data da Internet das Coisas, já que o volume de informação proveniente do número de aparelhos conectados crescerá de forma exponencial. Então, sem entender tamanha quantidade de dados, não será possível que empresas e organizações desenvolvam projetos que façam sentido – e isso leva à necessidade da computação em nuvem para monitorar, em tempo real, os devices que estiverem conectados.

A lógica aqui é simples: quanto mais fácil o acesso aos dados, maiores as possibilidades de oferecer as melhores e mais adequadas respostas aos clientes. E, naturalmente, há uma grande questão de segurança nisso tudo porque, à medida em que a Internet das Coisas se expande, os riscos aumentam exponencialmente – ainda que novos protocolos estejam em desenvolvimento para proteção e controle da rede já que negócios de todas as dimensões estarão conectados – mesmo aqueles que são resistentes à adoção de novas tecnologias.

Especialistas em segurança, aliás, delineiam três abordagens para a segurança na IoT: visibilidade (acompanhar em tempo real as ameaças para tomar decisões embasadas), consciência da ameaça (entendimento para identificar ameaças) e ação (que requer a atuação em conjunto de profissionais, processos e tecnologias). Mas, no final das contas, o que tudo isso quer dizer? É simples – uma revolução sem precedentes.

E que não fiquem dúvidas: não restará pedra sobre pedra quanto à forma como vivemos, consumimos e nos relacionamos. O processo é irreversível e faz-se necessário, portanto, reconhecer, entender e aceitar os benefícios que podem ser proporcionados por meio da tecnologia. Remar contra a maré é altamente arriscado – e o segredo para se dar bem nesse adorável mundo novo é apostar no desenvolvimento daquilo que se traduzirá em vantagens que possibilitem a manutenção da competitividade.

 

 

 

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